Umas das principais formas de atrair e reter talentos em uma empresa é definir a base salarial e benefícios dos colaboradores, de modo que estejam compatíveis com o mercado. Para isso, é necessário entender esses conceitos e qual a sua importância no mercado de trabalho.

A base ou piso salarial é o mínimo que se deve pagar aos trabalhadores de uma determinada categoria. O valor, geralmente, é definido por convenções coletivas ou negociações entre patrões e funcionários, e pode variar de acordo com a região do país. Profissionais que atuam em São Paulo costumam encontrar bases salariais mais altas do que os que se encontram em Pernambuco, por exemplo.

Além do salário, os benefícios também são parte importante do pacote de remuneração de um colaborador. Alguns deles, como vale-transporte e férias, são obrigatórios por lei. Outros, como plano de saúde e vale-refeição, são opcionais, mas comuns em empresas de todos os segmentos.

Mas como definir quanto devo pagar aos meus funcionários? E quais benefícios oferecer? São muitos os fatores que o empresário precisa levar em conta para responder a essas questões. Por isso, preparamos este post com algumas dicas para ajudar na tomada de decisões. Vamos a elas!

Faça um diagnóstico da situação atual da empresa

Antes de definir qual faixa salarial e benefícios serão oferecidos, é preciso avaliar a situação do caixa da empresa. A organização está crescendo? Existem dívidas altas? Os projetos estão dando resultado?

Levar tudo isso em conta é fundamental na hora de traçar o orçamento para os pacotes de remuneração. Com esse planejamento, a empresa assume apenas compromissos que conseguirá honrar, aumentando sua credibilidade.

Pesquise a média do mercado

Analise a média do mercado e procure oferecer salários compatíveis com os de outros profissionais da mesma categoria. Levar em conta apenas a base salarial e benefícios mínimos obrigatórios por lei não é a melhor forma de conduzir essa decisão, pois pode gerar prejuízos no futuro.

Quando uma organização tem base salarial e benefícios abaixo da média do mercado, ela pode ter que lidar com dois tipos de problemas: atrair apenas profissionais de baixo nível técnico ou perder talentos para concorrentes que ofereçam remunerações mais atrativas.

Conheça as expectativas dos colaboradores

Outro ponto a ser considerado é a expectativa dos colaboradores. Para conhecê-las, pergunte a eles! Promova pesquisas, reuniões e votações que tenham como intuito descobrir o que os funcionários gostariam de receber como benefício. E, é claro, faça o possível para atender a essas demandas.

Desse modo, além de se diferenciar no mercado, a empresa mostra que valoriza a opinião dos seus talentos, melhorando o clima organizacional.

Seja transparente

Oferecer salários muito diferentes para profissionais que atuam no mesmo cargo pode gerar desconforto e insatisfação dentro da equipe. Para evitar problemas desse tipo, adote um plano de cargos e salários que seja justo e transparente.

Com isso, os colaboradores terão muito mais confiança na organização e se sentirão mais motivados a alcançar bons resultados e almejar cargos melhores.

Consulte a legislação

A legislação não deve ser o único fator a ser levado em consideração ao definir base salarial e benefícios, mas jamais deve ser ignorada!

Pagar salários abaixo do piso da categoria e não incluir benefícios obrigatórios no pacote de remuneração pode motivar ações trabalhistas na Justiça do Trabalho. Para evitar que isso aconteça, fique sempre atento à lei e suas exigências.

Enfim, essas foram as nossas dicas sobre base salarial e benefícios! Agora é hora de colocá-las em prática. Utilize o que você aprendeu para elaborar um bom plano de remuneração para os seus funcionários e manter a sua empresa sempre competitiva no mercado.

O que achou das nossas dicas para definir a base salarial e benefícios dos colaboradores? Elas foram úteis para você? Compartilhe este post nas redes sociais e nos ajude a ensinar outras pessoas sobre o tema!